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Congregação das Irmãs

Missionárias de São Carlos Borromeo

 Scalabrinianas

 

www.scalabriniane.org

E-mail: madreassunta@gmail.com

© 2019 by Irmãs Scalabrinianas.

Desenvolvido por Felipe Silva

No final do século XIX, tempo de grandes migrações da Europa para as Américas, o Bispo de Piacenza, Dom João Batista Scalabrini, preocupado com a migração, fundou duas Congregações para acompanhar os Migrantes: a dos Padres Scalabrinianos, em 1887, e a das Irmãs Missionárias Scalabrinianas em 1895.

As quatro primeiras Irmãs, após a profissão dos votos nas mãos do fundador, Dom João Batista Scalabrini, partiram para o Brasil. Entre elas estava Madre Assunta Marchetti, a quem se deve a preservação e florescimento do carisma inicial da Congregação das Irmãs Missionárias de S. Carlos Borromeo-Scalabrinianas. Este é o motivo pelo qual a consideramos Cofundadora do Instituto, juntamente com seu irmão padre José Marchetti.

 

A Congregação das Irmãs Missionárias Scalabrinianas se encontra hoje presente em 27 países, continuando ser um sinal do amor de Deus entre os irmãos e irmãs migrantes.

Leia como foi a abertura da urna com as relíquias da Venerável Madre Assunta Marchetti. Confira!

 

http://lnx.scalabriniane.org/madreassunta/?p=192

 

SANTIDADE É ABERTURA PARA DEUS

E PARA O PRÓXIMO

 

... “tornai-vos santos também vós,

em todo vosso proceder” (1 Pd 1,15).

 

Esta recomendação da primeira carta de Pedro aos cristãos do norte da Ásia Menor (Turquia) é válida para os cristãos de todos os tempos, portanto também para nós hoje. O convite é para “tornar-se santo”. Com isso, Pedro está dizendo que a santidade é construída pela vivência cotidiana e pelo esforço consciente que o cristão faz de assemelhar-se cada dia mais a Jesus Cristo pelo seu jeito de ser, viver e de agir. E o papa Bento XVI nos recorda que a “santidade é tarefa de todo ser humano”.

 

Como Madre Assunta alcançou a santidade?

Foi pelo modo como orientou e conduziu a sua vida, descobrindo através dos acontecimentos de cada dia o que Deus esperava dela como resposta e, com toda tranqüilidade de como, até nas mínimas coisas e em qualquer trabalho, podia servir as pessoas que estavam ao seu redor. Procurava conhecer sempre mais a pessoa de Jesus, como Ele se relacionava com os outros, conforme mostra o Evangelho, para agir da mesma forma que Jesus. Assim, percebemos que ela reproduzia na própria vida os sentimentos de compaixão e misericórdia, expresso no carinho que tinha com as crianças órfãs e abandonadas do mundo da migração, na dedicação e cuidado para com as pessoas doentes, na atenção que dava às Irmãs de Comunidade e da Congregação, na ajuda aos pobres, etc.

Outro segredo de sua vida é que ela apresentava para Deus, na oração, todas estas necessidades e, no silêncio do seu coração, intuía a forma de responder a cada uma, conforme Deus lhe manifestava. Por isso, vemos hoje, que ela sabia compreender as verdadeiras necessidades das pessoas e oferecer o serviço mais adequado em cada circunstância.

Procurando reproduzir em sua vida os mesmos sentimentos de Jesus, esvaziava-se de toda ambição, busca de prestígio, de reconhecimento, de dominação, para, como Maria, fazer-se “serva”, na gratuidade e no dom de si, na certeza de que Deus completava aquilo que suas forças não alcançavam realizar.

Esta abertura total de mente e coração ao Mistério Amoroso de Deus lhe permitia ser consciente de sua pequenez, de sua fragilidade, mas acolhendo o Amor Criador e Salvador de Deus, era capaz de abrir-se sempre mais aos irmãos e irmãs, no amor, no serviço e no dom de si. Desta forma realizava plenamente sua entrega e consagração na Vida Religiosa, estreitando sempre mais os laços que a unia a Jesus, seu Amado Esposo, por quem consumiu como Ele, toda a sua vida na doação e serviço ao próximo mais necessitado do Amor Misericordioso do Senhor.

Assim, a santidade é evidenciada no dia-a-dia, em cada pequeno gesto de amor, de bondade, de compaixão, de abertura e de acolhida do outro.

Embora seja “vocação de todo ser humano” só se aprende ser santo usando o tempo, as energias e a experiência para crescer até a “maturidade de Cristo”, o santo por excelência que quer transformar-nos também em santos/as “filhas amadas do Pai”.

Que a experiência de Madre Assunta nos estimule a não desanimar diante das circunstâncias que a vida nos impõe, ou a desistir desta única tarefa importante que devemos realizar durante toda a nossa peregrinação terrena.

Comecemos hoje mesmo, dando uma orientação nova à nossa vida, para podermos um dia chegar, como e com Madre Assunta, a desfrutar de uma vida plena em Deus, meta última de nossa peregrinação terrena.

 

Ir. Sônia Delforno, mscs

Centro de Espiritualidade Scalabriniana

  Madre Assunta: um caminhoso luminoso em direção a Cristo  

Confira, abaixo, algumas fotos históricas do processo diocesano de beatificação de Madre Assunta Marchetti, aberto pelo então Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, na Arquidiocese de São Paulo. O processo foi iniciado no dia 12 de junho de 1987 e encerrado em outubro de 1991.
 

 

Responsáveis pelo Processo
Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns
Participantes do Processo
Sessão solene
Participantes da abertura
Encerramento do Processo Diocesano
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Encerramento do Processo Diocesano